Caríssimos primos...
Peço este favor, não somente para mim, mas para nós, para nossos ancestrais e para a nossa posteridade.
O livro "O Umbuzeiro - Ohzadias de uma família baiana" está cada vez mais bonito, modéstia à parte, e tudo graças a centenas de primos de todos os lugares que tem colaborado com histórias, dados, fotos, fatos, videos, de tudo um pouco.
O título do livro se dá graças a uma conversa que tive com a prima Niclécia há alguns anos em que ela me mostrou a foto de um umbuzeiro mencionando como se parecia com nossa família: Galhos entrelaçados como nossa árvore genealógica cheia de casamentos consanguíneos; sem contar que é a árvore que resiste a seca, e ainda na seca se mantém com folhas e dando frutos, graças a suas raízes profundas. "Ohzadias" de uma família baiana é para enfatizar o regionalismo e a livre e fácil linguagem que haverá.
No livro, são duzentos e cinquenta anos de histórias de lutas, histórias de amor, histórias tristes, etc. Mas faltam muitos dados neste quebra cabeça e decidi pedir que me ajudem respondendo (o que souberem, não precisa ser tudo se não souberem) este questionário clicando neste link: https://goo.gl/forms/UZwqTktSqzgtZYJl1
Ainda que seus irmãos, pais e filhos respondam, a sua pode conter uma informação preciosa que eles não mencionaram.
Peço este favor, não somente para mim, mas para nós, para nossos ancestrais e para a nossa posteridade.
O livro "O Umbuzeiro - Ohzadias de uma família baiana" está cada vez mais bonito, modéstia à parte, e tudo graças a centenas de primos de todos os lugares que tem colaborado com histórias, dados, fotos, fatos, videos, de tudo um pouco.
O título do livro se dá graças a uma conversa que tive com a prima Niclécia há alguns anos em que ela me mostrou a foto de um umbuzeiro mencionando como se parecia com nossa família: Galhos entrelaçados como nossa árvore genealógica cheia de casamentos consanguíneos; sem contar que é a árvore que resiste a seca, e ainda na seca se mantém com folhas e dando frutos, graças a suas raízes profundas. "Ohzadias" de uma família baiana é para enfatizar o regionalismo e a livre e fácil linguagem que haverá.
No livro, são duzentos e cinquenta anos de histórias de lutas, histórias de amor, histórias tristes, etc. Mas faltam muitos dados neste quebra cabeça e decidi pedir que me ajudem respondendo (o que souberem, não precisa ser tudo se não souberem) este questionário clicando neste link: https://goo.gl/forms/UZwqTktSqzgtZYJl1
Ainda que seus irmãos, pais e filhos respondam, a sua pode conter uma informação preciosa que eles não mencionaram.
Abusando mais um pouco, peço mais uma vez... por favor, encaminhem esta
mensagem aos primos
Vocês me ajudam, por favor?
Vocês estarão contribuindo para sua própria memória, para não sermos perdidos pelo tempo com tanta história bonita a ser contada.
Para os que não conhecem, deixo aqui um pouquinho de nossa história em documentários caseiros:
1 – Nossas origens mais ancestrais, judaicas: http://oumbuzeiro.blogspot.com.br/2015/11/antes-do-umbuzeiro.html ;
Vocês me ajudam, por favor?
Vocês estarão contribuindo para sua própria memória, para não sermos perdidos pelo tempo com tanta história bonita a ser contada.
Para os que não conhecem, deixo aqui um pouquinho de nossa história em documentários caseiros:
1 – Nossas origens mais ancestrais, judaicas: http://oumbuzeiro.blogspot.com.br/2015/11/antes-do-umbuzeiro.html ;
2 – Nossas origens baianas: http://oumbuzeiro.blogspot.com.br/2015/02/o-umbuzeiro-documentario-de-familia.html ;
3 – Uma mensagem a todos: http://oumbuzeiro.blogspot.com.br/2016/02/utopia_15.html .
3 – Uma mensagem a todos: http://oumbuzeiro.blogspot.com.br/2016/02/utopia_15.html .
Lembro ainda que temos um grupo
de intercâmbio no facebook atualmente com mais de 800 primos de toda parte,
segue o endereço:
Respondendo antecipadamente
algumas questões que vocês devem estar fazendo para si agora:
1 - Por que envolver-me com isso se não tenho interesse nessas coisas de família?
Resposta do Danilo: Porque eu tenho interesse por nós todos, mas necessito de ajuda porque sem você este projeto não acontecerá.
2 - Por que vou responder se você já sabe? Meus avós são os mesmos que os seus.
Resposta do Danilo: Porque da mesma maneira que tive minhas conversas com nossos avós e bisavós você também teve, e certamente há algo que você ouviu que eu não conheço e que pode ser útil para nossa história.
3 - Esse cara já sabe tudo, que amolação!
Resposta do Danilo: Ninguém sabe tudo, ainda mais eu. Não sei mesmo. Tudo o que sei aprendi perguntando. Existem várias lacunas na árvore e na história a ser completada, e pode ser que você tenha esta peça do quebra cabeça e nem sabe.
Por favor, me ajudem com mais esta!
Desde já minha gratidão.
Desabafo que de verdade está me esgotando de toda e qualquer esperança que um dia alguém além dos amigos de sempre (menos de dez, de quase mil neste grupo) farão algo que peço aqui.
Eu peço fotos, ninguém tem... mas vez ou outra a mesma pessoa que não tem abre o bau e posta foto dos pais ou avós em sua linha do tempo.
peço histórias ninguém tem, querem que eu acredite que jamais ouviram uma ou outra historia;
Um dia este livro vai sair... e certamente ouvirei várias pessoas dizendo que eu não mencionei seu pai, seu avô, mas isso eu vivo dizendo que não depende de mim, mas de vocês.
As histórias vem de vocês, o que farei é editar, mexer nas palavras, romancear, etc.
Temos um blog que ninguém visita, eu não entendo que tanta má vontade vocês tem de que nossa história e a história de nossos ancestrais aconteça.
Sabem por que muitas coisas do passado a gente não sabe? Porque nossos bisavós, trisavós e etc eram como este grupo...
Não se autovalorizavam.
Tem muita gente no mundo que é capaz de ler muitos livros que contam historias familiares e se deliciarem nisso, e não darem um valor sequer à riqueza de fatos que tem em seu DNA.
Nossos ancestrais foram uns dos sesmeiros afortunados de uma de tantas capitanias da Casa da Torre da Bahia; a fortuna de Gaspar e o terreno do Buri foi avaliado em seu inventário em mais de quarenta milhões de Reais em dinheiro de hoje; Seu genro Quinquim, que aos oitenta anos foi martirizado por Lampião foi mais rico do Gaspar! A gente teve ancestral na guerra de Canudos, lá no olho do fogo da guerra! Nossos ancestrais foram vaqueiros valentes e promissores, outros foram agricultores abençoados, outros foram grandes e temidos homens da lei. Num sertão remoto no meio da caatinga, onde nas cidades vizinhas só existiam coronéis que mandavam filhos estudarem fora e o resto do povo era feito de miseráveis e analfabetos, explorados e mortos de fome, quando não jagunços ou fora da lei, nossos ancestrais eram todos alfabetizados, e isso acontecia ali mesmo, entre eles Por serem assim, mesmo sem formação, mas alfabetizados foi que quando começou a desenvolver-se como vila foram escolhidos, por serem alfabetizados! O primeiro juiz de paz de Cipó foi nosso ancestral, o primeiro professor também, o primeiro delegado, o primeiro vereador, sem contar os inúmeros ancestrais que desenvolveram as mais diversas culturas de engenho e cultivo da terra! Só não temos o primeiro convertido ao evangelho porque o Macário (veja o livro "O Lutero do Sertão") conheceu o Evangelho antes, mas o primeiro Cipoense a ser pastor é nosso ancestral, alias o segundo e o terceiro também!
E não se trata de mais um arraial do agreste insólito e perdido não... Nossa família foi abençoada num paraiso de águas termais, num verdadeiro oásis no meio do semi árido baiano!
Nossa história é magnífica!
Tem coisa feliz pra ser contada, tem coisa triste, tem muita coisa engraçada...
Mas não tem nem metade da história ainda, EU PRECISO, DEPENDO de vocês!
Obrigado por lerem.
Lembrem-se de um ditado mais ou menos assim:
"O povo sem tradição morre uma vez a cada geração".
Obrigado.
1 - Por que envolver-me com isso se não tenho interesse nessas coisas de família?
Resposta do Danilo: Porque eu tenho interesse por nós todos, mas necessito de ajuda porque sem você este projeto não acontecerá.
2 - Por que vou responder se você já sabe? Meus avós são os mesmos que os seus.
Resposta do Danilo: Porque da mesma maneira que tive minhas conversas com nossos avós e bisavós você também teve, e certamente há algo que você ouviu que eu não conheço e que pode ser útil para nossa história.
3 - Esse cara já sabe tudo, que amolação!
Resposta do Danilo: Ninguém sabe tudo, ainda mais eu. Não sei mesmo. Tudo o que sei aprendi perguntando. Existem várias lacunas na árvore e na história a ser completada, e pode ser que você tenha esta peça do quebra cabeça e nem sabe.
Por favor, me ajudem com mais esta!
Desde já minha gratidão.
Desabafo que de verdade está me esgotando de toda e qualquer esperança que um dia alguém além dos amigos de sempre (menos de dez, de quase mil neste grupo) farão algo que peço aqui.
Eu peço fotos, ninguém tem... mas vez ou outra a mesma pessoa que não tem abre o bau e posta foto dos pais ou avós em sua linha do tempo.
peço histórias ninguém tem, querem que eu acredite que jamais ouviram uma ou outra historia;
Um dia este livro vai sair... e certamente ouvirei várias pessoas dizendo que eu não mencionei seu pai, seu avô, mas isso eu vivo dizendo que não depende de mim, mas de vocês.
As histórias vem de vocês, o que farei é editar, mexer nas palavras, romancear, etc.
Temos um blog que ninguém visita, eu não entendo que tanta má vontade vocês tem de que nossa história e a história de nossos ancestrais aconteça.
Sabem por que muitas coisas do passado a gente não sabe? Porque nossos bisavós, trisavós e etc eram como este grupo...
Não se autovalorizavam.
Tem muita gente no mundo que é capaz de ler muitos livros que contam historias familiares e se deliciarem nisso, e não darem um valor sequer à riqueza de fatos que tem em seu DNA.
Nossos ancestrais foram uns dos sesmeiros afortunados de uma de tantas capitanias da Casa da Torre da Bahia; a fortuna de Gaspar e o terreno do Buri foi avaliado em seu inventário em mais de quarenta milhões de Reais em dinheiro de hoje; Seu genro Quinquim, que aos oitenta anos foi martirizado por Lampião foi mais rico do Gaspar! A gente teve ancestral na guerra de Canudos, lá no olho do fogo da guerra! Nossos ancestrais foram vaqueiros valentes e promissores, outros foram agricultores abençoados, outros foram grandes e temidos homens da lei. Num sertão remoto no meio da caatinga, onde nas cidades vizinhas só existiam coronéis que mandavam filhos estudarem fora e o resto do povo era feito de miseráveis e analfabetos, explorados e mortos de fome, quando não jagunços ou fora da lei, nossos ancestrais eram todos alfabetizados, e isso acontecia ali mesmo, entre eles Por serem assim, mesmo sem formação, mas alfabetizados foi que quando começou a desenvolver-se como vila foram escolhidos, por serem alfabetizados! O primeiro juiz de paz de Cipó foi nosso ancestral, o primeiro professor também, o primeiro delegado, o primeiro vereador, sem contar os inúmeros ancestrais que desenvolveram as mais diversas culturas de engenho e cultivo da terra! Só não temos o primeiro convertido ao evangelho porque o Macário (veja o livro "O Lutero do Sertão") conheceu o Evangelho antes, mas o primeiro Cipoense a ser pastor é nosso ancestral, alias o segundo e o terceiro também!
E não se trata de mais um arraial do agreste insólito e perdido não... Nossa família foi abençoada num paraiso de águas termais, num verdadeiro oásis no meio do semi árido baiano!
Nossa história é magnífica!
Tem coisa feliz pra ser contada, tem coisa triste, tem muita coisa engraçada...
Mas não tem nem metade da história ainda, EU PRECISO, DEPENDO de vocês!
Obrigado por lerem.
Lembrem-se de um ditado mais ou menos assim:
"O povo sem tradição morre uma vez a cada geração".
Obrigado.
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